segunda-feira, 1 de março de 2021

Atividade p/ a 1ª semana (de 1º a 5 de mar.):

LEIA O TEXTO ABAIXO E DEPOIS FAÇA O QUE SE PEDE, AO FINAL DO MESMO...:


 ANALFABETISMO:


A incapacidade de ler e escrever é denominada analfabetismo ou iliteracia, enquanto que a incapacidade de interpretar textos simples é chamada analfabetismo funcional ou semianalfabetismo. No período pós-guerra o alfabetismo era visto sob uma perspectiva simplista de «saber ler, escrever e contar» [...] A partir da década de 60 esta visão alterou-se e passou a predominar uma visão mais funcional do conceito.

Em alguns países da Europa, como França e Inglaterra, por exemplo, respectivamente, uma pessoa, para ser considerada alfabetizada, dever ser capaz de sintetizar (resumir a sua vida em poucas linhas) e acessar a Internet, sabendo, inclusive, como enviar anexos “atachados”. 

ANALFABETISMO FUNCIONAL:

Analfabetismo funcional é a incapacidade que uma pessoa demonstra ao não compreender textos simples. Tais pessoas, mesmo capacitadas a decodificar minimamente as letras, geralmente frases, textos curtos e os números, não desenvolvem habilidade de interpretação de textos e de fazer operações matemáticas. Também é definido como analfabeto funcional o indivíduo maior de quinze anos possuidor de escolaridade inferior a quatro anos letivos.

NÍVEIS DE ANALFABETISMO FUNCIONAL:

Existem três níveis distintos de alfabetização funcional, a saber:

Nível 1, também conhecido como alfabetização rudimentar, compreende aqueles que apenas conseguem ler e compreender títulos de textos e frases curtas; e apesar de saber contar, têm dificuldades com a compreensão de números grandes e em fazer as operações aritméticas básicas.

Nível 2, também conhecido como alfabetização básica, compreende aqueles que conseguem ler textos curtos, mas só conseguem extrair informações esparsas no texto e não conseguem tirar uma conclusão a respeito do mesmo; e também conseguem entender números grandes, conseguem realizar as operações aritméticas básicas, entretanto sentem dificuldades quando é exigida uma maior quantidade de cálculos, ou em operações matemáticas mais complexas.

Nível 3, também conhecido como alfabetização plena, compreende aqueles que detêm pleno domínio da leitura, escrita, dos números e das operações matemáticas (das mais básicas às mais complexas).

O PROBLEMA DO ANALFABETISMO FUNCIONAL NO BRASIL:

Conforme dados de 2005 do IBOPE[1][2], no Brasil o analfabetismo funcional atinge cerca de 68% da população (30% no nível 1 e 38%  no nível 2). Somados esses 68% de analfabetos funcionais com os 7% da população que é totalmente analfabeta, resulta que 75% da população não possui o domínio pleno da leitura, da escrita e das operações matemáticas, ou seja, apenas 1 de cada 4 brasileiros (25% da população) é plenamente alfabetizado, isto é, está no nível 3 de alfabetização funcional.

O censo 2010 mostrou que uma entre cinco pessoas (20,3%) são analfabetas funcionais. O problema maior está na região Nordeste, onde a taxa de analfabetismo funcional chega a 30,8%.

Em 2012, o Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa divulgaram o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf) entre estudantes universitários do Brasil e este chega a 38%, refletindo o expressivo crescimento de universidades de baixa qualidade durante a última década.

Esses índices tão altos de analfabetismo funcional no Brasil devem-se à baixa qualidade dos sistemas de ensino, à falta de infraestrutura das instituições de ensino e à falta de hábito e interesse de leitura do brasileiro. Em alguns países desenvolvidos e/ou com um sistema educacional mais eficiente, esse índice é inferior a 10%, como na Suécia, por exemplo.


REFERÊNCIAS

ALFABETIZAÇÃO. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2020. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Alfabetiza%C3%A7%C3%A3o&oldid=59444263>. Acesso em: 25 set. 2020.

ANALFABETISMO FUNCIONAL. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2020. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Analfabetismo_funcional&oldid=58378057>. Acesso em: 29 mai. 2020.


COM BASE NA LEITURA DO TEXTO ACIMA, RESPONDA:


1) Qual é a importância da alfabetização verdadeira? 

Obs.: a resposta à questão pode ser entregue de diversas formas, a saber:

- pelo grupo de Whatsapp da escola

- na parte "comentários" da presente publicação

- no "grupo fechado de estudos", da T41, ::: aqui :::

- pelo Facebook da escola, ::: aqui :::

- pelo E-Mail do professor

Início do Ano Letivo de 2021!!!

Prezados, 
eis que se inicia o nosso Ano Letivo, o nosso Semestre!!!
Fiquem ligados que, em breve, teremos, também por aqui, materiais para o estudo de vocês!!!
Atte.,

Prof. Donarte.


quarta-feira, 4 de março de 2020

3ª aula: o porquê de estudar.

Nesta aula, com o objetivo de proporcionar que o aluno conscientize-se sobre o porquê de seu estudo, o professor passou, no quadro magnético, o seguinte abaixo, que deveria ser respondido em uma folha à parte para ser entregue:

→ Por que, afinal de contas você estuda?

→ Qual é, para você, o valor do "saber", do "conhecimento"?

À medida que os alunos iam respondendo e entregando suas folha, o professor ia fazendo novos questionamentos nestas mesmas folha, individualmente, para cada um dos estudantes; isso era feito conforme era pertinente segundo o que os discentes haviam respondido.

Deste modo, os estudantes se depararam com a possibilidade de (re)pensar o seu próprio processo de estudo, e isso não só do ponto de vista do senso comum, financeiro, por exemplo ("eu estudo para ter uma vida melhor"). Oportunidade, pois, de (re)construir a noção do estudo pela busca do conhecimento por ele mesmo - noções que podem serem lidas com mais detalhes, ::: aqui ::: -, como aquilo que pode ser para deleite próprio ("eu estudo por 'Amor' ao 'Conhecimento'").

segunda-feira, 2 de março de 2020

2ª aula: algumas questões geográficas acerca do filme "Coringa".

Através de aula expositiva dialogada e de anotações no quadro magnético, o professor discorreu sobre os seguintes elementos relacionados com o filme "Coringa":

→ o tratamento que é dado à questão do urbano:
- o lixo
- os ratos
- a violência

→ o tratamento que é dado às questões trabalhistas:
- como eram os empregos no filme?
- os palhaços que eram terceirizados
- o medo de perder o emprego
- demissão

→ o tratamento que é dado à questão da comunicação, ou ainda, da troca de informações:
- as correspondências (cartas)
- havia "Internet"?
- o telefone fixo
- havia o "Smartphone"?
- a televisão (qual era o papel da TV no filme?)

→ o tratamento que é dado às questões de relações sociais:
- um homem adulto já, velho, o Coringa, que ainda vivia com a mãe (a questão da adolescência (tão importante de ser trabalhado com os jovens da EJA)
- a invisibilidade das minorias: o pobre, o mendigo, o louco...
- a civilidade nas cidades grandes, como anda?
o caso do anão que é poupado e o porquê disso
a frase "todo mundo é péssimo e isso basta para enlouquecer" (do Coringa, no final do filme). 
   

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

1ª aula: filme "Coringa".

Nesta primeira aula, o filme "Coringa" foi reproduzido para os alunos. Cada professor tem uma série de objetivos a serem alcançados, cada um em sua disciplina, com este filme.

Na próxima aula, o presente autor, o professor de geografia, tratará de fazer o devido estudo.

(Fonte: Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Joker_(filme_de_2019)>. Acesso em: 24 de fev., 2020)

quarta-feira, 27 de março de 2019

As teorias que buscam explicar a formação do Universo (introdução (4ª aula)):

Através de aula expositiva dialogada o professor expôs as teorias que buscam explicar a formação do Universo.

A identificação listada, abaixo, procura pontuar os elementos vistos:

► Existem duas possíveis explicações para a formação do Universo:

→ A religiosa:
- Cristianismo
- Judaísmo
- Hinduísmo
- Islamismo
- Budismo
Apenas para se citar as grandes religiões, a que têm o maios número de adeptos.

→ A científica:
- O Big Bang (obs.: embora existam outras teorias que procuram dar conta de explicar a formação do Universo, elas foram quase todas e por completo refutadas)

► A crença que há por de trás da religião, da ciência e do ceticismo

George Lemaître (1894-1966) e a ideia de origem: o Átomo Primordial ou Ovo Cósmico

► A Singularidade que é, por assim dizer, a incapacidade, talvez momentânea, de a ciência explicar como toda a matéria do Universo estava reunida, comprimida, adensada em único ponto (Átomo Primordial), bem como, a incapacidade de se explicar o porquê de ele ter explodido (Big Bang) e o que havia antes disso tudo.

quarta-feira, 20 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 3 (conclusão) & O que é Geografia (3ª aula):

O professor retomou as aulas passadas (parte 1 e parte 2) fazendo uma série de perguntas aos estudantes que, com suas colocações, foram relembrando o que havia sido visto. O professor fez o fechamento deste assunto tão importante para a vida futura estudantil dos educandos, qual seja: o de sua relação com o estudo como ato para si mesmo, ato libertador, individual e potencialmente transferível.

Em seguida, introduziu o conteúdo geográfico propriamente dito conversando sobre o que é afinal, geografia.

Fez colocações no sentido de uma geografia como saber que é extremamente ou relativamente antiga, e de uma geografia, como ciência, que é bem mais moderna.

Noções vistas:

► O conceito de Geografia:
→ Etimologia da palavra Geografia e discussão acerca da problemática em conceituar ou definir tal ciência:
para os gregos: geōgraphía, donde: "geō" é "Terra" e "graphía" é "descrição", sendo a Geografia, assim, a ciência que descreve a Terra.

► Geografia como conhecimento antigo (doxa):

→ Os gregos:
Aristóteles (384-322 a.C.), suas observações e a tese de que a Terra era um globo:
a) os eclipses (ver ilustração, abaixo (Figura 1)): a sombra da Terra na Lua é um círculo, e,
b) o afastamento de um barco do horizonte (ver ilustração, abaixo (Figura 2)): as embarcações vão desparecendo à medida que se afastam

(Figura 1: Aristóteles e a forma da Terra. Fonte: SABALA, Samuel Guterres. Disponível em: <https://slideplayer.com.br/slide/11735135/>. Acesso em: 20 mar. 2019)

(Figura 2: Navio se afastando do litoral. Fonte: Modificado de ALMEIDA, Ana Paula de Souza Silva; SOUZA, Eloísa de Souza. Disponível em: <https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3493/objetos-que-desaparecem-no-horizonte>. Acesso em: 20 mar. 2019)


► Geografia como ciência (epistema):

→ Geografia hoje: é a ciência que estuda o espaço, o espaço geográfico, conforme Milton Santos (1926-2001), geógrafo brasileiro (ver fotografia, abaixo (Figura 3)), o espaço pode ser entendido como a Terra, onde o homem está vivendo e promovendo transformações, trocas e relações. A Lua, nosso satélite natural, por exemplo, não é considerada propriamente um espaço geográfico, porque o homem não está fixado lá. Mas, se um dia o homem lá se fixar e passar a promover transformações, relações e trocas, então, a Lua passará a ser espaço.

(Figura 3: Milton Santos (1926-2001): Fonte: Disponível em: <https://baurutv.com/2016/11/11/milton-santos-roda-viva-de-31031997/>. Acesso em 20 mar. 2019)

segunda-feira, 18 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 2 (2ª aula))

O professor retomou a última aula, lembrando da dinâmica feita, bem como relatando-a aos alunos que não haviam participado.

Feito isso, o professor passou no quadro magnético a seguinte pergunta: "por que você estuda?".

Dado o breve tempo necessários para que os estudantes respondessem, o professor solicitou que cada um dos estudantes lessem em voz alta a sua resposta.

À medida em que os alunos liam, o professor pontuava as colocações, no quadro magnético, usando a técnica da identificação listada, com reforço positivo.

Concluído isso, como em anos anteriores, o professor introduziu a crítica que Nietzsche (1844-1900) fazia aos estudantes e à educação de seu tempo; época em que, segundo o filósofo alemão, as "as pessoas estavam estudando para o Estado". De posse desta ideia, o professor propôs que os alunos atualizassem o pensamento para os dias de hoje. Ao que surgiu a substituição do termo Estado por Mercado.

Tomando esta noção, a de que, hoje em dia, "as pessoas estão estudando para o Mercado", o professor apresentou a solução de Nietzsche, que é a "das pessoas estudarem para si mesmas".

Uma construtiva conversa se seguiu, com o professor fazendo a devida integração.

quarta-feira, 13 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 1 (1ª aula))


Nesta primeira aula os alunos foram conduzidos à Sala de Multimeios, onde ouviram breve apresentação feita pela Coordenadora da EJA, professora Angélica Modrzejewski, que falou sobre as questões comportamentais, disciplinares e práticas relativas à escola.

Em seguida, no mesmo espaço, os estudantes foram conduzidos, pela mesma coordenadora acima citada e o conjunto de professores, Adriana Martins Dias (Coordenadora de Turno), Ana Lúcia Lomando (Totalidades Iniciais), Arilson Cardoso (Matemática), Luís Fábio Vianna (Educação Física),  Luiz Fernando Fraga Silva (História), Isabel Medeiros (Biblioteca) e o presente autor (Donarte Nunes dos Santos Júnior (Geografia)) em uma dinâmica que consistia em apresentar, sucintamente, quatro personalidade brasileiras, contudo sem revelá-las.

Com base na breve apresentação, em grupos, os estuantes deveriam escolher uma das personalidades e fazer um exercício de reescrever a trajetória da mesma. Ou seja, deveriam inventar, imaginar como se deu a continuidade da vida daquela pessoa, o que foi acontecendo com ela ao longo do caminho dela, quais escolhas ela tomou, e, sobretudo, como ela está hoje.

Após os grupos terem recebido o devido tempo para que os estudantes elaborassem as suas criações, sob a forma de textos, o professor solicitou que cada um dos grupos lessem o que haviam imaginado para a respectiva personalidades.

Em seguida, as personalidades foram reveladas e um diálogo se seguiu, acerca das possibilidades de vida de cada um, bem como de alguns dos elementos biográficos das pessoas em questão.

O professores esperavam que, ao final da dinâmica, os alunos tivessem refletido sobre possibilidades de vida e meios para se atingir objetivos e sonhos; projetos de vida, rompendo, por assim dizer, com o determinismo.

As personalidades escolhidas, foram:

- Joaquim Barbosa
- Daiane dos Santos
- Gisele Bündchen
- Alok

Cumpre dizer que as personalidades poderiam muito bem terem sido outras.

Em seguida, após o recreio e a janta, os estudantes, cada turma em sua respectiva sala de aula, a, individualmente, elaborar um texto, agora não contendo uma invenção relativa a uma personalidade fictícia ou mesmo real, mas sim, relativa a eles mesmos. Um exercício de pensar e projetar como será o seu próprio futuro, sua própria vida. A tarefa foi recolhida, será, por assim dizer, "tabulada", e, quem sabe, em outra dinâmica, retomada.

Para a próxima aula procurar-se-á refletir a respeito do estudo e do conhecimento. Como é esta relação?

Será retomado o caso das personalidades supracitadas, bem como, os exemplos imaginados pelos próprios estudantes.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Quadragésima primeira aula do 2º semestre:

Aula expositiva dialogada, sobre:

- a indústria no campo
- a agroindústrias
- os aanços tecnológicos na agricultura brasileira (aspectos críticos)
- os impactos ambientais

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Trigésima nona aula do 2º semestre:

Aula expositiva dialogada sobre os tipos de indústria, a saber:

- industria de transformação, com os respectivos conceitos de bens duráveis, bens não duráveis e bens intermediários
- indústria de construção
- indústria de extração

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Trigésima oitava aula do 2º semestre:

Alunos trabalharam com leitura e interpretação de texto para elaborar a conceituação de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Trigésima sétima aula do 2º semestre:

Aula expositiva dialogada sobre a urbanização brasileira:

- as primeiras cidades brasileiras
- o crescimento das cidades


quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Trigésima sexta aula do 2º semestre:

Aula expositiva dialogada sobre os movimentos populacionais:

- movimentos migratórios
- migração no Brasil
- migração interna

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Trigésima quinta aula do 2º semestre:

Aula expositiva dialogada sobre os povos indígenas do Brasil:

- quem são os índios brasileiros
- como vivem as etnias indígenas do Brasil
- as terras indígenas

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Trigésima quarta aula do 2º semestre:

Aula expositiva dialogada tentando responder à pergunta "quem são os brasileiros?":

- a formação do povo brasileiro
- a composição do povo brasileiro

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Trigésima terceira aula do 2º semestre:

Aula em que a EMEF Jean Piaget recebeu a visita do escritor Airton Ortiz, como culminância de um projeto trabalhado com afinco ao longo das últimas doze aula!!!




segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Trigésima segunda aula do 2º semestre:

Com base nas várias aulas anteriores, nas quais, através da dinâmica da roda de leitura, fizemos uma leitura procurando a semântica e os aprofundamentos geográficos possíveis da obra "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006", nesta aula, aula que antecede a visita de nosso autor pelo iniciado na "Vigésima aula do 2º semestre", estudantes e alunos elaboraram a recepção do autor do ponto de vista teórico, relativamente aos aspectos que seriam abordados junto ao autor.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Trigésima primeira aula do 2º semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado há algumas aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Aventura no topo da África: trekking no Kilimanjaro. Rio de Janeiro: Record, 1999".

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Trigésima aula do 2° semestre:

Leitura e interpretação, através da dinâmica da roda de leitura, da obra "ORTIZ, Airton. Aventura no topo da África: trekking no Kilimanjaro. Rio de Janeiro: Record, 1999".

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Vigésima nona aula do 2° semestre:

Ainda a leitura e interpretação, através da dinâmica da roda de leitura, da obra "ORTIZ, Airton. Aventura no topo da África: trekking no Kilimanjaro. Rio de Janeiro: Record, 1999.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Vigésima oitava aula do 2° semestre:

Através da dinâmica da roda de leitura, leu-se e interpretou-se a obra "Através da dinâmica da roda de leitura, leu-se e interpretou-se a obra "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".".

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Vigésima sétima aula do 2° semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado há aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Aventura no topo da África: trekking no Kilimanjaro. Rio de Janeiro: Record, 1999.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Vigésima sexta aula do 2° semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado há cinco aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Aventura no topo da África: trekking no Kilimanjaro. Rio de Janeiro: Record, 1999".

O autor, inclusive já foi participado de nossos interesses ao recebê-lo!!!...:

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Vigésima quinta aula do 2° semestre:

Véspera de feriado, muitos alunos faltaram à aula. Então, não seria interessante dar continuidade aos estudos praticados nas últimas aulas, pois muitos iriam ficar para trás na leitura.

Mediante isso, o professor optou por desenvolver uma atividade diferenciada. Aproveitando-se da área arborizada do pátio da escola, que contém bancos de concreto com mesas de mesmo material, encravadas com tabuleiros de xadrez, o professor, juntamente com o colega de Educação Física - N.B.: nesta aula, que foi ao estilo "aulão", ou, melhor, aula transversal, participaram os estudantes da turma T41 e T61 -, ministrou aula transversal a respeito do referido jogo.

Foram vistos os seguintes elementos teóricos:

→ a arqueologia do xadrez:
- os primeiros achados no Egito (tabuleiro de 64 casa (8 x 8))
- a prática do jogo no Oriente Médio
- a origem da terminologia xeque mate; o "Xeique, Sheik, 'ancião', 'chefe', 'soberano', 'líder' ou 'governador'; o 'Rei' morto"
- os nomes das peças na Índia, como, por exemplo: ministro (ao invés de "Rainha"/ "Dãma"), os navios (ao invés das "Torres") e os elefantes (ao invés dos "Cavalos")

→ os nomes das peças hoje
→ a importância relativa das peças ("valor"), segundo Garry Kasparov
→ a diferença entre tática e estratégia
→ a notação algébrica das jogadas (lances): o tabuleiro como uma atriz matemática de linhas (números) e colunas (letras): e4, e5...
→ os lugares do tabuleiro, a importância dos pontos do tabuleiro: o centro, as casas de pressão: a casa f7, por exemplo
→ o centro do tabuleiro como um monte de onde se pode lançar qualquer ataque, segundo, ainda, Garry Kasparov

Os alunos observaram uma rápida partida comentada entre os professores de Geografia e Educação Física, e, depois, passaram a praticar eles mesmos orientados pelos professores.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Vigésima quarta aula do 2° semestre:

Os alunos da E.M.E.F. Jean Piaget, EJA, fizeram excursão de estudos à "64ª Feira do Livro de Porto Alegre", graças, também, ao projeto "Adote um Escritor", comentado há aulas atrás.

Lá, além de andar por algumas das ruas do Centro Histórico da capital gaúcha, os alunos puderam conversar com os livreiros e atendentes, ver títulos, livros, obras e pessoas.

Por fim, na hora marcada, às 20h, assistiram ao show, com Frank Jorge, que subiu ao palco com o espetáculo: "ENTRE A POESIA E A CANÇÃO", onde apresentou boa música e partes de seu livro "Realidades e Chantillys Diversos".



quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Vigésima terceira aula do 2° semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado há três aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Aventura no topo da África: trekking no Kilimanjaro. Rio de Janeiro: Record, 1999".

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Vigésima segunda aula do 2° semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado há duas aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Aventura no topo da África: trekking no Kilimanjaro. Rio de Janeiro: Record, 1999"

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Vigésima primeira aula do 2° semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado na última aula, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Aventura no topo da África: trekking no Kilimanjaro. Rio de Janeiro: Record, 1999".

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Vigésima aula do 2° semestre:

Através do projeto "Adote um Escritor", por intermédio do qual as escolas da Rede Municipal de Educação (RME) são contempladas com a visita de um dos escritores que integram um "processo de escolha" e são devidamente identificados através de uma lista, ficou definido, que, este ano, o autor que brindará nossa escola com sua presença, é: Airton Ortiz.

Deste modo, para que os estudantes melhor apreciem a conversa com este ilustre escritor gaúcho, que está programada para o início do mês de dezembro, o professor passou, através da dinâmica das rodas de leitura, à leitura da obra "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".

Esta obra foi a escolhida para a Totalidade 6 (T6), porque nela, o autor Rio-Pardense desenvolve uma narrativa desde de a África, passando pela Ásia e Europa, até chegar na América e Brasil. Assim, trata-se de um livro mais adequada aos estudantes desta totalidade de ensino, de nível de 9º ano.

Nesta aula, iniciamos, então, a leitura, de: "ORTIZ, Airton. Aventura no topo da África: trekking no Kilimanjaro. Rio de Janeiro: Record, 1999".

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Décima oitava aula do 2° semestre:

O professor passou, no quadro magnético, uma série de perguntas para fixar, retomar e estudar aprofundando o que foi visto até agora.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Décima sexta aula do 2° semestre:

Aula expositiva dialogada sobre o território brasileiro, a saber:

- a cartografia da formação territorial do Brasil
- a organização político e administrativa do Brasil

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Décima quinta aula do 2° semestre:

Aula expositiva dialogada sobre a Regionalização do Espaço Brasileiro, a saber:

- o que é região
- os critérios da divisão (ou união cf. Hegel) regional do território
- as regiões do Brasil ao longo do tempo

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Décima quarta aula do 2º semestre:

O professor passou, no quadro magnético, uma série de perguntas relativas às últimas aulas, tais como:

- Quais setores econômicos pagam os melhores salários? Por quê?
- Qual dos setores econômicos é, por assim dizer, mais "inchado" nos países pobres? Por quê?
- Qual dos setores econômicos é maior nos países ricos? Por quê?

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Décima terceira aula do 2º semestre:

Dando sequência aos conteúdos ministrados nas últimas aulas, seguiu-se, com:

Aula expositiva dialogada com a explicação de cada um dos elementos que compõem o Setor Quaternário, a saber:

→ robótica

Sobre a robótica, foi visto, o seguinte:

"O termo robô foi, pela primeira vez, usado pelo checo Karel Čapek (1890-1938) - pronuncia-se 'Carel Chapec' -, na peça de teatro R.U.R. (Rossum's Universal Robots ('Os robôs universais de Rossum'), estreada, em 1921, em Praga (capital da República Tcheca)). A peça foi publicada, sob a forma de livro, adaptado, no Brasil, pela editora Hedra, com o título 'A Fábrica de Robôs'.
Inicialmente, Čapek estava decidido a chamar as criaturas automatas da sua peça de labori, em clara referência ao latin labor, 'trabalho', mas acatou a sugestão de seu irmão e os chamou de roboti (plural). A palavra robô, derivada de robotroboti (singular/ plural) tem como raiz a palavra checa robota, a qual significa 'trabalho forçado, servidão', e que tem como uma de suas derivações a palavra rabu, que significa 'escravo'.". 

(Fonte: Adaptado de ROBÓTICA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2018. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Rob%C3%B3tica&oldid=53178342>. Acesso em: 21 set. 2018.)
→ nanotecnologia

Sobre nanotecnologia (associado ao item acima) foi visto o quão nano ela é na atualidade...: descreveu-se o caso do "robô espermático", que é pequeníssimo, tem uma forma espiral e é capaz de "agarrar" o espermatozoide, guiando-o até o óvulo para fazer a inseminação artificial

Sobre isso é interessante ver a matéria do Link acima, bem como, o vídeo, abaixo:


→ informática


Sobre o elemento informática, o professor explicou sobre os novos softwares de computador e sobre os novos rumos da Internet: realidade aumentada e Internet das coisas.

→ biotecnologia

No final das contas, o elemento biotecnologia foi o que que mais chamou a atenção dos alunos, que participaram ativamente da aula, achando ao mesmo tempo preocupante e engraçado a questão das modificações genéticas, tanto animais, quanto vegetais.

Foi citado e comentado o livro "Barriga de Trigo", o caso das aves de Natal: chester e bruster.

→ aeroespacial

O elemento aeroespacial foi comentado pelo professor, que instruiu acerca dos satélites artificiais, bem como, sobre os "tipos" de satélites artificiais que podem existir.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Décima segunda aula do 2º semestre:

Dando sequência à matéria das duas últimas aulas, seguiu-se, através de aula expositiva dialogada, com o seguinte conteúdo:

Setor Terciário: é o setor responsável pela prestação se serviços (comércio): 
Ex.: "shoppings", lojas, escolas, hospitais, etc.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Décima primeira aula do 2º semestre:

Dando continuidade à matéria estudada na última aula, seguiu-se, através de aula expositiva dialogada, com o seguinte conteúdo:

Setor Secundário: explicação do professor, com diversos exemplos, sobre o setor responsável pela transformação da matéria prima em bem de consumo duráveis e não duráveis.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Décima aula do 2º semestre:

Conforme aula ministra no semestre anterior, procedeu-se a uma instrução dialogada sobre os Setores Econômicos.

Nesta aula, o tópico estudado, foi:

Setor Primário: explicação do professor, com diversos exemplos, sobre o setor responsável pela agricultura e extração de matéria prima.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Oitava aula do 2° semestre:

Aula onde, com o auxílios de atlas escolares e folhas de papel seda, os estudantes refizeram o mapa do Brasil, colocando, sobre  seus mapas, os nomes dos Estados, bem como, as capitais.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Sétima aula do 2° semestre:

Aula na qual, com o auxílio de atlas escolares, bem como, através da observação atenta dos mesmos, foi elaborada uma identificação listada das feições e acidentes geográficos mais pertinentes do relevo brasileiro.


terça-feira, 11 de setembro de 2018

Sexta aula do 2° semestre:

Aula na qual, com o auxílio de atlas escolares e com base na observação atenta dos mesmos, foi feita a identificação listada dos principais rios do Brasil.


quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Quinta aula do 2° semestre:

Aula na qual, com o auxílio de atlas escolares e com base na observação atenta dos mesmos, foi feita a identificação listada das principais bacias hidrográficas do Brasil.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Terceira aula do 2° semestre:

Aula na qual, com o auxílio de atlas escolares, os estudantes elaboraram textos que davam a localização relativa dos Estados brasileiros.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Segunda aula do 2° semestre:

Aula na qual foi ministrada aula expositiva dialogada com a descrição geográfica geral do Brasil.

Aconselha-se, para se retomar esta aula, ao menos, a leitura do "verbete" "Geografia do Brasil", na Wikipédia: a enciclopédia livre, clicando, aqui...

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Primeira aula do 2° semestre:

Nesta aula, o professor procurou conversar com os alunos sobre o ato de estudar.

Para tanto, colocou no quadro magnético a seguinte pergunta: "você, afinal, estuda por quê?".

Os alunos deveriam responder a pergunta por escrito em seus cadernos.

Feito isso, através de uma identificação listada, o professor foi pontuando, através de anotações no quadro magnético, os principais elementos das respostas dos estudantes.

Como é bastante comum de acontecer, os educandos responderam coisas, tais como:

- estudo para ter uma profissão
- estudo para ter um futuro melhor
- estudo para ganhar mais, ter melhor salário
- estudo para ser alguém na vida
- estudo para alcançar os meus objetivos

Com base nestas respostas, o professor apresentou algumas noções, retiradas do livro "Escritos sobre educação", de Friedrich Nietzsche (1844-1900), tais como:

- em seu tempo, Nietzsche percebeu que os jovens estavam "estudando para o Estado"
- no tempo de Nietzsche, em outras palavras, as pessoas estudavam preocupadas em se encaixar em uma profissão, normalmente oferecida pelo governo
- tratava-se, pois, de um estudo para um outro que não eu mesmo

Com base nisso, o professor questionou oralmente: "quer dizer que se não fosse para alcançar um "canudo" (um certificado de conclusão do Ensino Fundamental), um emprego/ profissão e um melhor salário/ renda vocês não estariam aqui?

Assim, foi, então, formalizada através de uma anotação no quadro magnético, a máxima defendida por Nietzsche em seu escrito sobre educação:

- a pessoa deveria estudar para si mesma

Esse instigamento já foi feito pelo professor no início do ano letivo, na 1ª aula do 1ª semestre do presente ano, com a outra turma de Totalidade 6, e pode ser lido, aqui. Trata-se, na verdade, de uma ideia muito forte, por isso chamada pelo professor de ideia-força, que é, por ele, perseguida já há algum tempo.

Em virtude da reação dos estudantes, o objetivo da aula parece ter sido alcançado, que foi o de fazer com que os estudantes ampliassem o entendimento do porquê de estudar; estudar para si mesmo, para, depois, por consequência, atingir plenamente os objetivos profissionais. Ou ainda, estudar para si mesmo, pois, trata-se de algo que é feito por prazer, não por obrigação.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Trigésima sexta aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre a *Escala Métrica* e "conversões" de "unidades de medida".
Foram passadas dez algumas questões no quadro branco, que foram realizadas e corrigidas em aula.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Trigésima quinta aula do semestre!

O professor retomou a aula passada e passou um exercício no quadro magnético. O exercício apresentava uma representação do Brasil (mapa) bem pequena, e uma outra, duas vezes maior, e, também, duas escalas numéricas (1:250.000 e 1:500.000). O exercício solicitava que se fizesse a correta associação da primeira coluna de acordo com a segunda. O aluno deveria ser capaz de entender que a representação *menor* do Brasil deveria ser associada à escala escala *maior* (1:500.000, neste caso). Do mesmo modo, o aluno deveria ser capaz também de associar a *maior* representação à escala *menor* (1:250.000, neste caso).
Feito o exercício, bem como a correção, explicação e aprofundamento, o professor passou, através de aula expositiva dialogada, a explicar a "escala métrica decimal".

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Trigésima terceira aula do semestre e trigésima quarta aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o conceito de escala:
- escala é a *relação* de *proporção* entre o *terreno* e o *mapa*. 
O professor seguiu com aula expositiva dialogada instruindo, ainda, o seguinte:
- A escala é composta por *numerador* e *denominador*, conforme imagem abaixo...:


- Escalas pequenas: 1:42.000.000, 1:500.000.000, etc.
-Escalas Médias: 1:500.000, 1:350.000
- Escalas Grandes: 1:20, 1:35, etc..



- Quanto maior for a escala, maior o número de detalhes, ou ainda, maior será a precisão; quanto menor, menor o número de detalhes e menor a precisão (ver exemplo na ilustração, acima)

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Trigésima segunda aula do semestre!

Aula onde foram corrigidas as questões abaixo, dadas na aula anterior, bem como, foram retiradas as dúvidas e aprofundadas algumas questões...:

- Quais setores econômicos pagam os melhores salários? Por quê?
- Qual dos setores econômicos é, por assim dizer, mais "inchado" nos países pobres? Por quê?
- Qual dos setores econômicos é maior nos países ricos? Por quê?

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Trigésima primeira aula do semestre!

Aula expositiva dialogada, na qual, semelhantemente o que foi feito também no Primeiro Semestre do ano anterior, o professor deu lição sobre a estruturação dos "setores econômicos": como eles se ligam uns aos outros.
Antigamente havia certa independência entre os setores, cada um era mais menos independente; hoje, eles se ligam interpenetrando-se.


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Trigésima aula do semestre!

Nesta aula o professor passou algumas questões no quadro magnético para que os alunos tivessem um momento de estudo e para que fixassem o que foi estudado nas últimas aulas, assim:
1) O que é o Setor Primário?
2) O que é o Setor Secundário?
3) Qual dos setores econômicos você pensa que paga os melhores salários? Por quê?
4) O que é o Setor Terciário?

terça-feira, 10 de julho de 2018

Vigésima Nona aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre os dois outros dois setores econômicos que complementam o estudo da estrutura básica da economia de um país, a saber:
- Setor Terciário: é o setor responsável pela prestação se serviços (comércio): 
Ex.: "shoppings", lojas, escolas, hospitais, etc.
- Setor Quaternário: é o setor responsável pela tecnologia de ponta: técnicas e tecnologias avançadas que têm a ver com ciência profunda: aeroespacial, biotecnologia, nanotecnologia, robótica e informática:
Ex.: Bayer (medicamentos), Deel (informática (rardwares)), Monsanto ("alimentos" (muitos comentários devem ser feitos ao porquê de o termo *alimentos*, no caso da Monsanto, estar entre "aspas".))

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Vigésima Oitava aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre os Setores Econômicos:
- Setor Primário: explicação do professor, com diversos exemplos, sobre o setor responsável pela agricultura e extração de matéria prima.
- Setor Secundário: explicação do professor, com diversos exemplos, sobre o setor responsável pela transformação da matéria prima em bem de consumo duráveis e não duráveis.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Vigésima Sétima aula do semestre!

Aula na qual os estudantes trabalharam na leitura e interpretação de texto. O texto era do livro didático, volume 6, à página 247 e versava sobre a tecnologia no campo e transgênicos.
Sobre o texto, o professor solicitou duas questões, a serem respondidas numa folha para ser entregue, a saber:

1) O campo ainda emprega bastantes trabalhadores? Sim ou não? Por quê?
2) O que é um transgênico?




quarta-feira, 27 de junho de 2018

Vigésima Sexta aula do semestre!

Aula onde foi dada a sequência na leitura do livro "O que faz o Brasil, Brasil?", de Roberto da Matta. Alunos e professor adentraram no capítulo intitulado "Sobre Comidas e Mulheres". Os tópicos pontuados pelo professor durante a leitura, foram:

→ a diferenciação feita pelo autor com relação ao que é alimento e ao que é comida
→ as expressões idiomáticas carregadas de sentidos relacionados com a comida, feitas pelos brasileiros
→ o machismo em nossa sociedade


segunda-feira, 25 de junho de 2018

Vigésima Quinta aula do semestre!

Atividade de leitura e interpretação de texto no livro didático. Foram passados no quadro magnético as seguintes perguntas:

1) O que é migração?
2) Diferencie imigração de emigração.
3) Como podem ser classificados os movimentos migratórios?

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Vigésima Quarta aula do semestre!

Aula na qual o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre política, utilizando-se, para isso do livro, "ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009", às páginas 267 e 270, respectivamente, como se pode ver, abaixo:





Em se tratando do segundo parágrafo, no que tange ao "sentido pejorativo" da política, o professor leu para os estudantes o texto "analfabeto político", de Bertolt Brecht, que pode ser lido, abaixo:  

O analfabeto político
O pior analfabeto, é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha
Do aluguel, do sapato e do remédio
Depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que
Se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política.
Não sabe o imbecil,
Que da sua ignorância nasce a prostituta,
O menor abandonado,
O assaltante e o pior de todos os bandidos
Que é o político vigarista,
Pilantra, o corrupto e o espoliador
Das empresas nacionais e multinacionais.

Foi refletido sobre a relação entre política e poder, explicando e instruindo, sobre:

- poder, força e violência
- autoridade, coerção e persuasão  
- instituições políticas
- tirania: em relação à "tirania", o professor falou a respeito da separação dos três poderes ("instituições políticas"): legislativo, judiciário e executivo

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Vigésima Terceira aula do semestre!

Aula na qual os estudantes trabalharam na elaboração da autoavaliação, a saber:


Autoavaliação:
O semestre letivo está chegando ao seu final. Então, elabore a sua autoavaliação, respondendo:1) Fui frequente?
2)  Fui pontual?
3) Estudei? Li meu caderno, pesquisei no “blog”, no “grupo do Face” ou no “Grupo de Whatsapp"? Estou entendendo?
4) O que estamos estudando? Faça uma lista.
5) Como eu avalio a forma das aulas?
6) Como eu avalio o professor?

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Vigésima Segunda aula do semestre!

Aula na qual os alunos trabalharam leitura e interpretação de texto. O texto trabalhado foi do livro didático e versava sobre a agricultura. A atividade foi recolhida.1

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Vigésima Primeira aula do semestre!

Aula na qual os alunos trabalharam leitura e interpretação de texto. O texto trabalhado foi do livro didático e versava sobre a agricultura. A atividade foi recolhida.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Vigésima aula do semestre!

Aula na qual, com o auxílio do professor e utilizando-se do livro didático, os estudantes fizeram a identificação listada dos climas brasileiros, bem como, de suas principais características.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Décima Nona aula do semestre!

Aula na qual, com o auxílio do professor e utilizando-se do livro didático, os estudantes fizeram a identificação listada dos regiões hidrográficas do Brasil, bem como, os principais rios de cada uma delas.

Para ir além, observar: mapa das regiões hidrográficas brasileiras

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Décima Oitava aula do semestre!

Nesta aula, como na seguinte, a leitura da obra que está sendo estudada será interrompida para que alguns outros conteúdos sejam estudados.

Deste modo, procedeu-se com expositiva dialogada sobre o situar geograficamente: elaborar a localização relativa de Estados brasileiros.

Feita a explicação, os estudantes passaram a elaborar seus próprios textos com o objetivo de situar geograficamente alguns Estados brasileiros.



segunda-feira, 14 de maio de 2018

Décima Sétima aula do semestre!

Utilizando-se da mesma dinâmica das aulas anteriores, a das Rodas de Leitura, o professor segui, com os estudantes, na leitura da obra de Roberto Da Matta.

Nesta aula, chegou-se até a parte onde o autor coloca a "rua" como meio termo entre a "casa" e o "trabalho".

Analisou-se a questão de que a nossa visão do trabalho não é a anglo-saxã, mas a romana, a católica, ou seja, o trabalho não como o work (agir), mas como o tripaliare, "martirizar com o tripalium, um instrumento de tortura". 

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Décima Sexta aula do semestre!

Aula em que se deu sequência à dinâmica envolvida na aula anterior.

Avançou-se na leitura até o ponto em que Da Matta passa da análise da "casa", do "lar" dos brasileiros até a "rua", a rua sendo o local, de:

- insegurança
- onde a amizade e o amor (que existe me "casa") não existem
- o lugar onde a Lei impera
- onde as relações sociais, no caso de desentendimentos, podem desencadear em conflitos sérios

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Décima Quinta aula do semestre!

Aula na qual, através da dinâmica da Roda de Leitura, estudantes e professor leram juntos a obra escolhida para o "Semestre Letivo", a saber: 

DA MATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 2001.

À medida em que a leitura ia sendo feita, o professor ia comentando no sentido de esclarecer, retirar dúvidas e aprofundar as questões que apareciam. 

Foi explicado sobre os três elementos que Da Matta identifica para que, por assim dizer, uma sociedade se constitua como, de fato, sociedade, a saber:

- a sua ciência
- as suas letras
- as suas artes

Foi evidenciado, ainda, no capítulo dois do livro, a questão da casa, do lar, como sendo uma "pessoa moral". Isso foi explicado através dos conceitos de Ética e de Moral - o "reto agir" grego e romano. 

Conforme a leitura ia avançando, os próprios alunos não concordaram com a ênfase que Da Matta dá aos animais e plantas como algo que só tem importância simbólica; eles identificaram alem a importância simbólica, a prática, criticando a argumentação do livro como muito, por assim dizer, "efêmera", como o próprio autor denota.   

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Décima Quarta aula do semestre!

Aula na qual, conforme as combinações da penúltima aula, o professor fez a criação do grupo de Whatsapp, onde será disponibilizado o material que será lido a partir da próxima aula.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Décima Terceira aula do semestre!

Aula expositiva dialogada com base na leitura e interpretação de texto do livro didático.

Foram lidas as páginas que versam sobre a Geografia Geral do Brasil: extensão, países com os quais faz divisa/ fronteira, os Estados contados pela linha do Equador e pelo Trópico de Capricórnio, as faixas climáticas nas quais o Brasil está, e, os tipos de relevo.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Décima Segunda aula do semestre!

Combinações finais acerca da leitura do presente semestre letivo, conforme se pode ver, ainda, na "última aula".

Nesta aula, o professor entregou uma folha, na qual tomou os números de telefone celular para a montagem do Grupo de Whatsapp da turma!

Em seguida, passou a explicar as principais ideias do autor que será lido, Roberto da Matta.

Para ir além, assistir o que se sugere, abaixo:






quarta-feira, 18 de abril de 2018

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Décima aula do semestre!

Nesta aula, o professor levou os alunos para a rua, e, à noite, com a presença das estrelas, conduziu uma aula expositiva dialogada sobre as constelações. Para apontar tais e quais estrelas o professor estava se referindo, o educador de utilizou de um laser com o feixe de luz verde.

Foram apresentadas as constelações de Orion, na qual se pode identificar as "Três Marias", e, a constelação do Centauro, na qual se identifica o "Cruzeiro do Sul". O professor fez os devidos comentários acerca de como, os portugueses e espanhóis utilizavam-se desta última constelação para localizar o sentido sul.

Em seguida, professor e alunos voltaram para a sala de aula, onde o quadro foi preenchido com informações relativas às Placas Tectônicas.

O professor colocou no quadro magnético os conceitos de placa oceânica e de placa continental, bem como, desenhou um esquema que representa as mesmas no planeta.


Sugere-se que os estudante que queira ir além, assista o documentário, abaixo:


quarta-feira, 11 de abril de 2018

Nona aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre a estrutura interna do planeta Terra.

Abaixo, é possível observar alguns dos aspectos do que foram tratados:


segunda-feira, 9 de abril de 2018

Oitava aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o movimento de translação da Terra.

A traslação é o movimento que o planeta executa em torno do Sol, que demora, aproximadamente, 365 dias e 6 horas (na realidade 365 dias, 5 horas e 48 minutos) e é responsável pelas estações do ano. Tal movimento é realizado a uma velocidade de, aproximadamente, 29,9km/s ou 107.640 km/h.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Sétima aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o movimento de rotação da Terra. 

A rotação é o movimento que o planeta executa em torno do seu próprio eixo, que demora, aproximadamente, 24 horas (na realidade 23 horas, 56 minutos e 4,09 segundos) e é responsável pelos dias e pelas noites. Tal movimento é realizado a uma velocidade de, aproximadamente, 465 m/s ou 1675 km/h.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Sexta aula do semestre!

O professor retomou a aula passada e passou as explicações relativas ao planeta Terra.

Explicou que a Terra é um planeta rochoso, o terceiro tomando-se o Sol como ponto de partida.

Explicou que o planeta não tem uma forma esférica, sendo o nome mais acertado para a forma geométrica da Terra o de geóide.

Neste ponto, o professor explicou que se fizéssemos a retirada de toda a água do planeta, teríamos uma proporção tal qual a montagem computadorizada abaixo. A imagem é feita pela "maior agencia de mapeamento civil" dos EUA, a "Agencia de Pesquisa Geológica dos EUA", que pertence ao "Departamento do Interior" daquele país.
Imagem que procura ilustrar o volume de toda a água da Terra (esfera azul maior) em comparação ao volume do planeta. A segunda maior esfera azul, representa a água doce, que "tecnicamente," deveria ganhar o nome de "água fresca" (que são as geleiras, rios, lagos, lençóis freáticos, pântanos, etc.); a terceira esfera, representa a água doce, mas, especificamente de lagos e rios, que é a que o ser humano mais acessa. 
(Fonte: Disponível em: <How Much Water is on and in the Earth (Quanta água está na Terra?)>. Acesso em: 02 abr., 2018)

Ainda tendo o assunto água como base, o professor falou sobre o "ciclo da água" e sobre a água ser ou não um "recurso renovável" ou um "recurso não renovável", chamando a atenção para a contaminação com radioatividade, tal como, o que foi usado como exemplo, o caso de Fukushima, no Japão.

Ao longo do diálogo, o caso do acidente nuclear de Chernobil, na Ucrânia, também foi citado e elucidado em alguns de seus aspectos cabíveis.

Alguns aspectos do que foi explicado podem serem observados na fotografia retirada do quadro magnético, abaixo:


7ª AULA: DA SUPERFÍCIE AO NÚCLEO - UMA VIAGEM PELA TERRA EM MOVIMENTO

A aula de hoje, com a T4, foi estruturada como um momento de sistematização e aprofundamento dos conhecimentos sobre o planeta Terra - mas, ...