quarta-feira, 25 de abril de 2018

Décima Terceira aula do semestre!

Aula expositiva dialogada com base na leitura e interpretação de texto do livro didático.

Foram lidas as páginas que versam sobre a Geografia Geral do Brasil: extensão, países com os quais faz divisa/ fronteira, os Estados contados pela linha do Equador e pelo Trópico de Capricórnio, as faixas climáticas nas quais o Brasil está, e, os tipos de relevo.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Décima Segunda aula do semestre!

Combinações finais acerca da leitura do presente semestre letivo, conforme se pode ver, ainda, na "última aula".

Nesta aula, o professor entregou uma folha, na qual tomou os números de telefone celular para a montagem do Grupo de Whatsapp da turma!

Em seguida, passou a explicar as principais ideias do autor que será lido, Roberto da Matta.

Para ir além, assistir o que se sugere, abaixo:






quarta-feira, 18 de abril de 2018

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Décima aula do semestre!

Nesta aula, o professor levou os alunos para a rua, e, à noite, com a presença das estrelas, conduziu uma aula expositiva dialogada sobre as constelações. Para apontar tais e quais estrelas o professor estava se referindo, o educador de utilizou de um laser com o feixe de luz verde.

Foram apresentadas as constelações de Orion, na qual se pode identificar as "Três Marias", e, a constelação do Centauro, na qual se identifica o "Cruzeiro do Sul". O professor fez os devidos comentários acerca de como, os portugueses e espanhóis utilizavam-se desta última constelação para localizar o sentido sul.

Em seguida, professor e alunos voltaram para a sala de aula, onde o quadro foi preenchido com informações relativas às Placas Tectônicas.

O professor colocou no quadro magnético os conceitos de placa oceânica e de placa continental, bem como, desenhou um esquema que representa as mesmas no planeta.


Sugere-se que os estudante que queira ir além, assista o documentário, abaixo:


quarta-feira, 11 de abril de 2018

Nona aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre a estrutura interna do planeta Terra.

Abaixo, é possível observar alguns dos aspectos do que foram tratados:


segunda-feira, 9 de abril de 2018

Oitava aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o movimento de translação da Terra.

A traslação é o movimento que o planeta executa em torno do Sol, que demora, aproximadamente, 365 dias e 6 horas (na realidade 365 dias, 5 horas e 48 minutos) e é responsável pelas estações do ano. Tal movimento é realizado a uma velocidade de, aproximadamente, 29,9km/s ou 107.640 km/h.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Sétima aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o movimento de rotação da Terra. 

A rotação é o movimento que o planeta executa em torno do seu próprio eixo, que demora, aproximadamente, 24 horas (na realidade 23 horas, 56 minutos e 4,09 segundos) e é responsável pelos dias e pelas noites. Tal movimento é realizado a uma velocidade de, aproximadamente, 465 m/s ou 1675 km/h.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Sexta aula do semestre!

O professor retomou a aula passada e passou as explicações relativas ao planeta Terra.

Explicou que a Terra é um planeta rochoso, o terceiro tomando-se o Sol como ponto de partida.

Explicou que o planeta não tem uma forma esférica, sendo o nome mais acertado para a forma geométrica da Terra o de geóide.

Neste ponto, o professor explicou que se fizéssemos a retirada de toda a água do planeta, teríamos uma proporção tal qual a montagem computadorizada abaixo. A imagem é feita pela "maior agencia de mapeamento civil" dos EUA, a "Agencia de Pesquisa Geológica dos EUA", que pertence ao "Departamento do Interior" daquele país.
Imagem que procura ilustrar o volume de toda a água da Terra (esfera azul maior) em comparação ao volume do planeta. A segunda maior esfera azul, representa a água doce, que "tecnicamente," deveria ganhar o nome de "água fresca" (que são as geleiras, rios, lagos, lençóis freáticos, pântanos, etc.); a terceira esfera, representa a água doce, mas, especificamente de lagos e rios, que é a que o ser humano mais acessa. 
(Fonte: Disponível em: <How Much Water is on and in the Earth (Quanta água está na Terra?)>. Acesso em: 02 abr., 2018)

Ainda tendo o assunto água como base, o professor falou sobre o "ciclo da água" e sobre a água ser ou não um "recurso renovável" ou um "recurso não renovável", chamando a atenção para a contaminação com radioatividade, tal como, o que foi usado como exemplo, o caso de Fukushima, no Japão.

Ao longo do diálogo, o caso do acidente nuclear de Chernobil, na Ucrânia, também foi citado e elucidado em alguns de seus aspectos cabíveis.

Alguns aspectos do que foi explicado podem serem observados na fotografia retirada do quadro magnético, abaixo:


quinta-feira, 29 de março de 2018

Quinta aula do semestre!

O professor retomou a aula passada e passou a explicar o que é uma galáxia. O professor conceituou galáxia como sendo um aglomerado de estrelas (de variadas grandezas) e outros astros, tais como, planetas, meteoritos, cometas, poeira cósmica, nebulosas e sistemas planetários orbitando em torno de suas respectivas estrelas. Assim, uma noção importante de galáxia é a de tomá-la como um conjunto de bilhões de estrelas.

Para ir além, ler :::aqui:::

Feito isso, o professor passou à noção de Sistema Solar. Colocou no quadro magnético a ordem dos planetas a partir do Sol, deixando claras as limitações do desenho que procurava fazer a representação do sistema; explicou a questão da impossibilidade em se representar a escala de tamanho  e de distância.

A respeito disso, para o aluno que está lendo a presente publicação e estudando, é interessante ver outros exemplos, tais como, os colocados, abaixo:





O professor comentou sobre os novos planetas "achados" em nosso sistema Solar. A respeito disso, para ir adiante, é interessantíssimo ler a seguinte matéria "BEM-VINDO AO NOVO SISTEMA SOLAR VINDO AO NOVO SISTEMA SOLAR".

Os alunos ficaram curiosos a respeito das distâncias e das grandezas em nosso Sistema Solar, então, o diálogo culminou no comentário do professor  respeito da Sonda Voyager.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Quarta aula do semestre!

Como aconteceu de terem entrado alunos novos na turma, o professor fez uma fala se apresentando, dizendo sobre o que havia trabalhado nas primeiras aulas e convidando os estudantes a darem uma olhada no espaço e no grupo de estudos fechado do Facebook.

Feito isso, o professor fez uma fala no sentido de comentar uma pesquisa que coloca o Brasil como o 2º país com menos noção da própria realidade (a pesquisa na íntegra está :::aqui:::), e, chamou a atenção para a importância da disciplina de Geografia como aquela capaz de fazer com que o estudante tenha mais noção da própria realidade de modo crítico e adequado, noções que foram, de certo modo, trabalhadas nas primeiras aulas.  

Em seguida, o professor retomou a última aula e concluiu a explicação sobre a Teoria do Big Bang, dando ênfase às evidências que corroboram tal teoria, a saber:

- Fuga para o Vermelho (Efeito Doppler): o Universo em expansão

- A Radiação de Fundo: o "eco" do Big Bang.

O professor sugeriu fortemente que os estudantes assistam o documentário abaixo, considerado um dos melhores sobre as questões de origem das teorias que embasam o Big Bang, bem como, de quais as possibilidades temos para o futuro do Universo:


quinta-feira, 22 de março de 2018

Terceira aula do semestre!

O professor retomou a aula anterior, encerrando as importantes noções do início do semestre letivo.

Em seguida, o professor passou à aula expositiva dialogada sobre a Teoria do Big Bang. O professor comentou que, na escola, compete à disciplina de Geografia, situar os estudantes sobre o seu lugar no Cosmos. Assim, normalmente, passa-se do maior para o menor, ou seja, do Universo profundo, o "espaço sideral", passando pelas galáxias e o Sistema Solar, até chegar à Terra, casa do homem, que, nas palavras do importante geógrafo brasileiro, Milton Santos (1926-2001), trata-se do espaço geográfico propriamente dito.

Em sua fala, o professor questionou os estudantes a respeito do conhecimento que tinham a respeito das possíveis explicações sobre a formação e ou criação do Universo.

Segundo a resposta de muitos, eles não sabiam outra explicação que não fosse a seguinte: "Deus criou o Universo", a explicação religiosa, portanto. De posse disso, até em virtude de uma questão de respeito e valorização do conhecimento prévio dos estudantes, o professor, revestindo-se de um entendimento que vem da Geografia Cultural, comentou que, trata-se de uma explicação perfeitamente possível, que não é inferior à científica, tão pouco é superior. Neste sentido, o professor explicou o que é o ceticismo, o que é o ateísmo, e, sobre as limitações deste tipo de visão, visto que, muitas vezes, em virtude dos "limites" nos quais esbarra o conhecimento humano, também paira no nível e no status da "crença". Sobre isso, é interessante assistir o vídeo abaixo, sobre o qual o professor falou:


Feito isso, o professor comentou que a escola deve lidar com o conhecimento "formal", ou ainda, deve-se dar preferência às explicações e conhecimentos científicos. Com base nisso, passou-se à explicação da teoria do Big Bang.

O professor fez isso através de aula expositiva dialogada, e, comentou que iria colocar no presente espaço o melhor documentário que conhece a respeito do assunto, o qual pode ser assistido abaixo:








   

segunda-feira, 19 de março de 2018

Segunda aula do semestre!

Na segunda aula do semestre, como é comum de acontecer, muitos alunos que haviam faltado à aula anterior, apareceram, bem como, alguns alunos novos entraram na turma.

Assim, o professor repetiu o que havia falado acerca das combinações em termos de "regras de convivência", "método de trabalho" e de "avaliação" ao longo do semestre.

Falou do espaço de estudo fechado do Facebook e do presente blog.

Em seguida, o professor retomou a aula passada, falando das noções de Nietzsche sobre Educação, retiradas do livro "Escritos sobre Educação", do filósofo alemão.

À noção acima o professor chamou de "noção 1" ou "ideia-força 1", para designar uma ideia forte que pode ser usada pelo aluno ao longo de toda a sua vida estudantil.

Feito isso, o professor apresentou, através de aula expositiva dialogada, uma outra noção ("noção 2" ou "ideia-força 2"), retirada do livro "O Conde de Monte Cristo", de Alexandre Dumas (1802-1870), a saber: a ideia de que tudo, qualquer coisa pode ser retirada de um homem, menos a sua liberdade.

Para acrescentar a noção acima, o professor narrou e contextualizou o diálogo entre os personagens Abade Faria (que, ao que tudo indica, foi inspirado em uma sacerdote que realmente existiu) e Edmond Dantès, diálogo no qual emerge a noção acerca do conhecimento como aquele algo mais importante e mais sublime para a vida de uma pessoa.




quarta-feira, 14 de março de 2018

Primeira aula do semestre!

Hoje foi a primeira aula do semestre!

Os alunos foram levados à sala de multimeios, e, lá, receberam as instruções iniciais acerca do funcionamento da escola. Instruções dadas pela Coordenadora Angélica.

Em seguida, em folha de papel papel kraft, os alunos responderam à quatro questões, a saber:

i) Como eu vejo a escola?
ii) Que contribuições eu pretendo dar à escola?
iii) Que trabalho pretendo ter?
iv) Como me vejo, no futuro, dentro de cinco anos?

As respostas serão transferidas para um folha de papel e serão trabalhadas, posteriormente, em sala de aula com as respectivas turmas.

Em seguida, os alunos foram levados para a sala de aula.

Em sala de aula, o professor se apresentou e fez uma fala no sentido de instigar os alunos a não desistirem de estudar. 

Falou sobre os objetivos do "grupo de estudos fechado" da T4 (https://www.facebook.com/groups/T4JeanPiaget/), do presente blog, e, refez as questões anteriormente trabalhadas, assim: "Por que, afinal, eu estudo?". Os alunos tinham três minutos para responder a questão em seus cadernos.

Feito isso, o professor fez uma identificação listada das respostas dos alunos no quadro branco.

Em seguida, o professor introduziu o conceito trabalhado no livro "Escritos sobre Educação", de Friedrich Nietzsche (1844-1900), que versa sobre um problema identificado pelo filósofo alemão em seu tempo, a saber: o fato de que as pessoas estavam estudando para o Estado.

Segundo Nietzsche, as pessoas não deveriam estudar para o Estado, mas sim "para si mesmas".

Atualizando o pensamento de Nietzsche, poderíamos dizer que, hoje, as pessoas estudam para o Mercado, quando, o melhor seria que estudassem para elas mesmas.

As noções serão retomadas na próxima aula.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Nota de Criação

Blog criado para facilitar a vida dos estudantes da turma T41, da E.M.E.F. Jean Piaget.

Este espaço foi criado em janeiro de 2018, em plenas férias do professor, que já organizava os semestres letivos vindouros...

Espera-se que os estudantes façam um bom proveito!!!

Att,

Prof. Donarte.

7ª AULA: DA SUPERFÍCIE AO NÚCLEO - UMA VIAGEM PELA TERRA EM MOVIMENTO

A aula de hoje, com a T4, foi estruturada como um momento de sistematização e aprofundamento dos conhecimentos sobre o planeta Terra - mas, ...