segunda-feira, 26 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 9ª SEMANA: de 26 a 30 de abr.:

INSTRUÇÃO: OUÇA O PODCAST QUE ESTÁ NO ENDEREÇO ELETRÔNICO, ABAIXO. DEPOIS, RESPONDA O QUE SE PEDE:



APÓS OUVIDO O ÁUDIO ACIMA, RESPONDA:

1) O que é afinal litosfera?

2) Nosso planeta foi "batizado" corretamente? Planeta Terra? Ou deveria se chamar Planeta Água? Ou quem sabe Planeta Oceano?

3) Diferencie Crosta Oceânica de Crosta Continental.

4) Cite as principais características da litosfera...: idade, espessura, composição química, etc.

segunda-feira, 19 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 8ª SEMANA: de 19 a 23 de abr.:

INSTRUÇÃO: LEIA OS TEXTOS ABAIXO, BEM COMO, OBSERVE, COM ATENÇÃO OS INFOGRÁFICOS. AO FINAL, FAÇA O QUE LHE É SOLICITADO.


A BIOSFERA






REFERÊNCIAS


AMABIS, José Mariano. Biologia. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 2010, p. 228-231.



APÓS TER LIDO O TEXTO E OBSERVADO OS INFOGRÁFICOS, RESPONDA:

1) O que é a gigatonelada?

2) Qual é o elemento químico mais abundante do corpo humano?

3) O que, afinal de contas, quer dizer a frase "Todas as coisas no seu mais amplo sentido estão ligadas no seu mais amplo sentido" (Hegel)?

4) Nosso planeta, a Terra, é um "ente" isolado no Cosmos, ou, de alguma forma está ligado com o Universo? Justifique sua resposta.

5) O que é a Ecologia?

6) O que é a Biosfera?

segunda-feira, 12 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 7ª SEMANA: de 12 a 16 de abr.:

 INSTRUÇÃO: OUÇA O PODCAST QUE ESTÁ NO ENDEREÇO ELETRÔNICO, ABAIXO. DEPOIS, RESPONDA O QUE SE PEDE:

APÓS OUVIDO O ÁUDIO ACIMA, RESPONDA:

1) O que é a gigatonelada?

2) Qual é o elemento químico mais abundante do corpo humano?

3) O que, afinal de contas, quer dizer a frase "Todas as coisas no seu mais amplo sentido estão ligadas no seu mais amplo sentido" (Hegel)?

4) Nosso planeta, a Terra, é um "ente" isolado no Cosmos, ou, de alguma forma está ligado com o Universo? Justifique sua resposta.

5) O que é a Ecologia?

6) O que é a Biosfera?

segunda-feira, 5 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 6ª SEMANA: de 05 a 09 de abr.:

INSTRUÇÃO: ASSISTA À VÍDEO AULA ABAIXO. DEPOIS, RESPONDA ÀS QUESTÕES QUE ESTÃO LOGO EM SEGUIDA:

APÓS TER ASSISTIDO À AULA ACIMA, RESPONDA: 

1) O que é a Nutação?

2) O que é a Precessão dos Equinócios?

3) Por que os movimentos de Nutação e de Precessão dos Equinócios acontecem?

4) Quem descobriu os movimentos de Nutação e de Precessão dos Equinócios? Quanto tempo duram tais movimentos?

segunda-feira, 29 de março de 2021

ATIVIDADE DA 5ª SEMANA: de 29 de mar. a 1º de abr.:

INSTRUÇÃO: ASSISTA AO VÍDEO ABAIXO, E, APÓS ISSO, RESPONDA O QUE SE PEDE:



UMA VEZ TENDO ASSISTIDO À VÍDEO AULA ACIAM, RESPONDA:

1) Dê a definição de Translação.

2) Em que sentido ocorre a translação da Terra?

3) A que velocidade a Terra faz a sua translação?

4) Quanto tempo dura a translação da Terra?

segunda-feira, 22 de março de 2021

ATIVIDADE DA 4ª SEMANA: de 22 a 26 de mar.:

INSTRUÇÃO: ASSISTA AO VÍDEO ABAIXO. FEITO ISSO, RESPONDA AS PERGUNTAS QUE ESTÃO ABAIXO:



APÓS TER ASSISTIDO AO VÍDEO ACIMA, RESPONDA:

1) Conceitue rotação terrestre.

2) Em que sentido a rotação da Terra ocorre?

3) A que velocidade a Terra faz sua rotação?

4) Quanto tempo dura a rotação da Terra?

5) A rotação da Terre gera que consequências?

segunda-feira, 15 de março de 2021

ATIVIDADE DA 3ª SEMANA: de 15 a 19 de mar.:

INSTRUÇÃO: OUÇA O PODCAST QUE ESTÁ NO ENDEREÇO ELETRÔNICO, ABAIXO. DEPOIS, RESPONDA O QUE SE PEDE:



APÓS OUVIDO O ÁUDIO ACIMA, RESPONDA:

1) O que é uma estrela? E como elas podem ser caracterizadas?

2) Quais são os planetas do Sistema Solar? 

3) Pesquise…: Plutão, afinal, é um planeta ou não?  

segunda-feira, 8 de março de 2021

ATIVIDADE DA 2ª SEMANA: de 08 a 12 de mar.:

 INSTRUÇÃO: LEIA A REPORTAGEM ABAIXO COM ATENÇÃO. AO FINAL DA MESMA, FAÇA O QUE SE PEDE:

A sequência de acasos que levou à descoberta do Big Bang

BBC News

Adaptado da série 'The Genius of Accidents'

Até meados dos anos 1960, não havia evidência que sustentasse a teoria da Grande Explosão

Muitas das grandes descobertas da ciência só vieram após extensas pesquisas, cálculos rigorosos e procedimentos controlados em laboratório. Parte delas, contudo, é resultado de uma combinação de erros, acasos e acidentes - a teoria do Big Bang é um exemplo.
A origem do Universo foi descoberta em um lugar em que ninguém buscava. E foi formulada graças a uma descoberta fortuita anterior - a que deu origem à radioastronomia, ramo da astronomia que estuda as radiações eletromagnéticas emitidas ou refletidas pelos corpos celestes.

"Na década de 1930, os laboratórios Bell estavam tentando criar radiotelefones, mas havia um sinal que estava interferindo nas transmissões pelo Atlântico. Pediram a Karl Jansky (físico e engenheiro de rádio) para investigar", contou à BBC News Sara Bridle, professora de astrofísica da Universidade de Manchester.

"Jansky elaborou um receptor de rádio especial para captar ondas de rádio em todas as direções. Foi chamado de 'carrossel de Jansky' porque rodava para localizar os lugares de onde vinham essas ondas", conta Bridle.

"Eventualmente, Jansky se deu conta de que elas vinham da constelação de Sagitário, que é onde agora sabemos que está o centro da Via Láctea", completa a professora.

Ela explica que esse foi o primeiro registro de ondas de rádio que vinham de fora da Terra e do Sistema Solar - e o início da radioastronomia, que abriu uma janela completamente nova para que o homem explorasse o Universo.

"Foi pura casualidade. E sequer foi um astrônomo", acrescenta a astrofísica Sara Bridle.

Descoberta importante

A descoberta foi importante porque revelou todo um pedaço do Universo que ainda era completamente invisível e, por isso, desconhecido.

Para o astrônomo Nial Tanvir, era como estar num quarto com pouca luz, observando assustado tudo o que se podia enxergar e, de repente, alguém aparece com um óculos de visão noturna.

"Se vamos além dos limites do que vemos com nossos olhos, temos o infravermelho, o micro-ondas, radio-ondas e, em outra direção, raios X e Y. Se usamos esses outros tipos de luz, normalmente nos deparamos com processos diferentes do que os que vemos com os nossos olhos", explica Tanvir.
A origem do Universo é, por excelência, um desses processos - comprovado graças ao acaso, que ajudou a demonstrar empiricamente o chamado Big Bang, ou Grande Explosão.

"A ideia do Big Bang, do ponto de vista teórico, é que num momento no passado, toda a matéria e toda a energia do Universo estava um único lugar e logo explodiu. Essa explosão marcou o início do tempo e da expansão do espaço, partindo do nada, e a expansão continua acontecendo", resume Tanvir. "Soa como uma teoria louca, mas é o que a matemática nos diz", completa o astrônomo.

A teoria da Grande Explosão ganhou força durante o século passado. No entanto, até meados dos anos 1960, ainda faltavam provas contundentes para derrubar teorias alternativas.

A evidência que faltava veio à tona graças à radiação cósmica de fundo em micro-ondas (CMB, na sigla em inglês), outro acaso.

"A descoberta da CMB foi feita por pessoas que nem sequer estavam procurando (a origem do Universo)", assinala a professora de astrofísica Sara Bridle.

Tudo começou com Arno Penzias e Robert Woodrow Wilson trabalhavam com uma antena supersensível - com design digno de filme de ficção científica (veja na foto abaixo) - desenhada para detectar as ondas de rádio emitidas pelos echo balloon satellites, satélites em formato de balão.

Penzias e Wilson usavam essa antena para detectar ondas de rádio quando se depararam com um ruído estranho

Para medir as ondas, elas precisavam eliminar todo tipo de interferência que viesse de outras fontes.

Quando fizeram isso, os pesquisadores se depararam com um ruído desconhecido e persistente, "um sinal fraco, mas facilmente detectável, que não vinha de nada na Terra nem no Sistema Solar, nem mesmo da nossa galáxia", diz Tanvir, relembrando a história.

Esse sinal vinha de todas as direções.

Para medir as ondas, elas precisavam eliminar todo tipo de interferência que viesse de outras fontes.

Quando fizeram isso, os pesquisadores se depararam com um ruído desconhecido e persistente, "um sinal fraco, mas facilmente detectável, que não vinha de nada na Terra nem no Sistema Solar, nem mesmo da nossa galáxia", diz Tanvir, relembrando a história.

Esse sinal vinha de todas as direções.

Um ruído incômodo

Em todos os lugares eles encontravam o mesmo "calor de fundo", como o próprio Penzias explicou em uma entrevista à BBC no final dos anos 70, referindo-se à energia emitida pelas ondas.

"Nos surpreendeu, ou melhor, no início, ficamos irritados. Ao invés de obter um bonito e impecável zero que esperávamos para a Via Láctea, obtivemos um resultado que era 100 vezes maior que o previsto: uma temperatura de quase quatro graus", contou Penzias.

"E esses quatro graus eram o resultado depois que todas as 'contribuições' do solo, da atmosfera e da antena tinham sido subtraídas", reforçou.

Em busca de uma explicação para o que estava acontecendo, eles consideraram várias possibilidades, entre elas algumas ideias insólitas.

"A maior suspeita vinha de alguns pombos que visitavam a antena - sempre tínhamos que limpar os 'rastros' que elas deixavam", disse ele, referindo-se às fezes das aves.

Eventualmente, "os pombos foram capturados e mandados para um lugar distante". Mas os animais voltaram e "contar o que fizemos com eles não é, provavelmente, politicamente correto", disse o cientista.

O que está por trás da explosão


O ruído incômodo era, na verdade, evidência do Big Bang

        Apesar de terem sumido com os pombos, o som irritante não desapareceu. Eles ainda não tinham ligado o barulho ao Big Bang - mas, afinal, quem pensaria nisso?

"Eles estavam realmente confusos e, por acaso, um amigo comentou que havia um grupo de físicos teóricos que estava bem ali perto tentando justamente decifrar o que havia acontecido depois do Big Bang", conta Bridle.

"Em teoria, esperaria-se que houvesse muita luz deixada pela grande explosão do Big Bang, luz que estaria presente hoje", diz a professora. "Então eles ligaram para os físicos e perceberam que o que tinham encontrado era exatamente o tipo de sinal que aquela explosão emitiria."

Eles haviam encontrado a base da cosmologia moderna.

Pura sorte?

Um esforço para melhorar as comunicações de rádio, um ruído no espaço e alguns físicos teóricos por perto... tudo se reuniu em um notável acidente que, segundo a maioria dos cientistas, deu ao mundo o que era necessário para comprovar a maior de todas as teorias: o Big Bang.

Poderia-se dizer que Penzias e Wilson ganharam na loteria científica.

Uma vez que o cocô do pombo foi descartado, o "ruído" irritante acabou por ser a descoberta acidental do século, a evidência da origem do Universo.

Mas, embora a descoberta da CMB, a radiação cósmica de fundo em micro-ondas, tenha sido um acidente, será possível afirmar que, realmente, foi pura sorte?

Penzias e Wilson tiveram a sorte de se deparar com o ruído e de encontrar a teoria para explicá-lo literalmente logo ao lado. A dupla, entretanto, foi muito cuidadosa e não ignorou as evidências que lhe apareciam, por mais irritantes que elas fossem.

Os cientistas ganharam em 1978 o prêmio Nobel de Física.

Em um mundo em que o tempo de acesso aos telescópios é regulamentado e o teste de hipóteses, base do método científico, depende de financiamento, a radioastronomia moderna aprendeu com os acidentes de seu passado.

"Agora, quando um novo telescópio é feito, garantimos que novos tipos de observações possam ser feitas, de modo que não nos limitemos a tentar resolver incógnitas conhecidas", diz Sarah Britle.

Em outras palavras, a porta deve estar sempre aberta para o acaso e a sorte.

FONTE: Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/geral-45170971>. Acesso em 15 de mar., 2021.


APÓS TER LIDO A REPORTAGEM ACIMA, RESPONDA:

1) O que é, afinal, a “teoria do Big Bang”? 

2) Quais foram as evidências que corroboraram para que a “teoria do Big Bang” fosse aceita?


segunda-feira, 1 de março de 2021

Atividade p/ a 1ª semana (de 1º a 5 de mar.):

LEIA O TEXTO ABAIXO E DEPOIS FAÇA O QUE SE PEDE, AO FINAL DO MESMO...:


 ANALFABETISMO:


A incapacidade de ler e escrever é denominada analfabetismo ou iliteracia, enquanto que a incapacidade de interpretar textos simples é chamada analfabetismo funcional ou semianalfabetismo. No período pós-guerra o alfabetismo era visto sob uma perspectiva simplista de «saber ler, escrever e contar» [...] A partir da década de 60 esta visão alterou-se e passou a predominar uma visão mais funcional do conceito.

Em alguns países da Europa, como França e Inglaterra, por exemplo, respectivamente, uma pessoa, para ser considerada alfabetizada, dever ser capaz de sintetizar (resumir a sua vida em poucas linhas) e acessar a Internet, sabendo, inclusive, como enviar anexos “atachados”. 

ANALFABETISMO FUNCIONAL:

Analfabetismo funcional é a incapacidade que uma pessoa demonstra ao não compreender textos simples. Tais pessoas, mesmo capacitadas a decodificar minimamente as letras, geralmente frases, textos curtos e os números, não desenvolvem habilidade de interpretação de textos e de fazer operações matemáticas. Também é definido como analfabeto funcional o indivíduo maior de quinze anos possuidor de escolaridade inferior a quatro anos letivos.

NÍVEIS DE ANALFABETISMO FUNCIONAL:

Existem três níveis distintos de alfabetização funcional, a saber:

Nível 1, também conhecido como alfabetização rudimentar, compreende aqueles que apenas conseguem ler e compreender títulos de textos e frases curtas; e apesar de saber contar, têm dificuldades com a compreensão de números grandes e em fazer as operações aritméticas básicas.

Nível 2, também conhecido como alfabetização básica, compreende aqueles que conseguem ler textos curtos, mas só conseguem extrair informações esparsas no texto e não conseguem tirar uma conclusão a respeito do mesmo; e também conseguem entender números grandes, conseguem realizar as operações aritméticas básicas, entretanto sentem dificuldades quando é exigida uma maior quantidade de cálculos, ou em operações matemáticas mais complexas.

Nível 3, também conhecido como alfabetização plena, compreende aqueles que detêm pleno domínio da leitura, escrita, dos números e das operações matemáticas (das mais básicas às mais complexas).

O PROBLEMA DO ANALFABETISMO FUNCIONAL NO BRASIL:

Conforme dados de 2005 do IBOPE[1][2], no Brasil o analfabetismo funcional atinge cerca de 68% da população (30% no nível 1 e 38%  no nível 2). Somados esses 68% de analfabetos funcionais com os 7% da população que é totalmente analfabeta, resulta que 75% da população não possui o domínio pleno da leitura, da escrita e das operações matemáticas, ou seja, apenas 1 de cada 4 brasileiros (25% da população) é plenamente alfabetizado, isto é, está no nível 3 de alfabetização funcional.

O censo 2010 mostrou que uma entre cinco pessoas (20,3%) são analfabetas funcionais. O problema maior está na região Nordeste, onde a taxa de analfabetismo funcional chega a 30,8%.

Em 2012, o Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa divulgaram o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf) entre estudantes universitários do Brasil e este chega a 38%, refletindo o expressivo crescimento de universidades de baixa qualidade durante a última década.

Esses índices tão altos de analfabetismo funcional no Brasil devem-se à baixa qualidade dos sistemas de ensino, à falta de infraestrutura das instituições de ensino e à falta de hábito e interesse de leitura do brasileiro. Em alguns países desenvolvidos e/ou com um sistema educacional mais eficiente, esse índice é inferior a 10%, como na Suécia, por exemplo.


REFERÊNCIAS

ALFABETIZAÇÃO. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2020. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Alfabetiza%C3%A7%C3%A3o&oldid=59444263>. Acesso em: 25 set. 2020.

ANALFABETISMO FUNCIONAL. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2020. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Analfabetismo_funcional&oldid=58378057>. Acesso em: 29 mai. 2020.


COM BASE NA LEITURA DO TEXTO ACIMA, RESPONDA:


1) Qual é a importância da alfabetização verdadeira? 

Obs.: a resposta à questão pode ser entregue de diversas formas, a saber:

- pelo grupo de Whatsapp da escola

- na parte "comentários" da presente publicação

- no "grupo fechado de estudos", da T41, ::: aqui :::

- pelo Facebook da escola, ::: aqui :::

- pelo E-Mail do professor

Início do Ano Letivo de 2021!!!

Prezados, 
eis que se inicia o nosso Ano Letivo, o nosso Semestre!!!
Fiquem ligados que, em breve, teremos, também por aqui, materiais para o estudo de vocês!!!
Atte.,

Prof. Donarte.


quarta-feira, 4 de março de 2020

3ª aula: o porquê de estudar.

Nesta aula, com o objetivo de proporcionar que o aluno conscientize-se sobre o porquê de seu estudo, o professor passou, no quadro magnético, o seguinte abaixo, que deveria ser respondido em uma folha à parte para ser entregue:

→ Por que, afinal de contas você estuda?

→ Qual é, para você, o valor do "saber", do "conhecimento"?

À medida que os alunos iam respondendo e entregando suas folha, o professor ia fazendo novos questionamentos nestas mesmas folha, individualmente, para cada um dos estudantes; isso era feito conforme era pertinente segundo o que os discentes haviam respondido.

Deste modo, os estudantes se depararam com a possibilidade de (re)pensar o seu próprio processo de estudo, e isso não só do ponto de vista do senso comum, financeiro, por exemplo ("eu estudo para ter uma vida melhor"). Oportunidade, pois, de (re)construir a noção do estudo pela busca do conhecimento por ele mesmo - noções que podem serem lidas com mais detalhes, ::: aqui ::: -, como aquilo que pode ser para deleite próprio ("eu estudo por 'Amor' ao 'Conhecimento'").

segunda-feira, 2 de março de 2020

2ª aula: algumas questões geográficas acerca do filme "Coringa".

Através de aula expositiva dialogada e de anotações no quadro magnético, o professor discorreu sobre os seguintes elementos relacionados com o filme "Coringa":

→ o tratamento que é dado à questão do urbano:
- o lixo
- os ratos
- a violência

→ o tratamento que é dado às questões trabalhistas:
- como eram os empregos no filme?
- os palhaços que eram terceirizados
- o medo de perder o emprego
- demissão

→ o tratamento que é dado à questão da comunicação, ou ainda, da troca de informações:
- as correspondências (cartas)
- havia "Internet"?
- o telefone fixo
- havia o "Smartphone"?
- a televisão (qual era o papel da TV no filme?)

→ o tratamento que é dado às questões de relações sociais:
- um homem adulto já, velho, o Coringa, que ainda vivia com a mãe (a questão da adolescência (tão importante de ser trabalhado com os jovens da EJA)
- a invisibilidade das minorias: o pobre, o mendigo, o louco...
- a civilidade nas cidades grandes, como anda?
o caso do anão que é poupado e o porquê disso
a frase "todo mundo é péssimo e isso basta para enlouquecer" (do Coringa, no final do filme). 
   

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

1ª aula: filme "Coringa".

Nesta primeira aula, o filme "Coringa" foi reproduzido para os alunos. Cada professor tem uma série de objetivos a serem alcançados, cada um em sua disciplina, com este filme.

Na próxima aula, o presente autor, o professor de geografia, tratará de fazer o devido estudo.

(Fonte: Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Joker_(filme_de_2019)>. Acesso em: 24 de fev., 2020)

quarta-feira, 27 de março de 2019

As teorias que buscam explicar a formação do Universo (introdução (4ª aula)):

Através de aula expositiva dialogada o professor expôs as teorias que buscam explicar a formação do Universo.

A identificação listada, abaixo, procura pontuar os elementos vistos:

► Existem duas possíveis explicações para a formação do Universo:

→ A religiosa:
- Cristianismo
- Judaísmo
- Hinduísmo
- Islamismo
- Budismo
Apenas para se citar as grandes religiões, a que têm o maios número de adeptos.

→ A científica:
- O Big Bang (obs.: embora existam outras teorias que procuram dar conta de explicar a formação do Universo, elas foram quase todas e por completo refutadas)

► A crença que há por de trás da religião, da ciência e do ceticismo

George Lemaître (1894-1966) e a ideia de origem: o Átomo Primordial ou Ovo Cósmico

► A Singularidade que é, por assim dizer, a incapacidade, talvez momentânea, de a ciência explicar como toda a matéria do Universo estava reunida, comprimida, adensada em único ponto (Átomo Primordial), bem como, a incapacidade de se explicar o porquê de ele ter explodido (Big Bang) e o que havia antes disso tudo.

quarta-feira, 20 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 3 (conclusão) & O que é Geografia (3ª aula):

O professor retomou as aulas passadas (parte 1 e parte 2) fazendo uma série de perguntas aos estudantes que, com suas colocações, foram relembrando o que havia sido visto. O professor fez o fechamento deste assunto tão importante para a vida futura estudantil dos educandos, qual seja: o de sua relação com o estudo como ato para si mesmo, ato libertador, individual e potencialmente transferível.

Em seguida, introduziu o conteúdo geográfico propriamente dito conversando sobre o que é afinal, geografia.

Fez colocações no sentido de uma geografia como saber que é extremamente ou relativamente antiga, e de uma geografia, como ciência, que é bem mais moderna.

Noções vistas:

► O conceito de Geografia:
→ Etimologia da palavra Geografia e discussão acerca da problemática em conceituar ou definir tal ciência:
para os gregos: geōgraphía, donde: "geō" é "Terra" e "graphía" é "descrição", sendo a Geografia, assim, a ciência que descreve a Terra.

► Geografia como conhecimento antigo (doxa):

→ Os gregos:
Aristóteles (384-322 a.C.), suas observações e a tese de que a Terra era um globo:
a) os eclipses (ver ilustração, abaixo (Figura 1)): a sombra da Terra na Lua é um círculo, e,
b) o afastamento de um barco do horizonte (ver ilustração, abaixo (Figura 2)): as embarcações vão desparecendo à medida que se afastam

(Figura 1: Aristóteles e a forma da Terra. Fonte: SABALA, Samuel Guterres. Disponível em: <https://slideplayer.com.br/slide/11735135/>. Acesso em: 20 mar. 2019)

(Figura 2: Navio se afastando do litoral. Fonte: Modificado de ALMEIDA, Ana Paula de Souza Silva; SOUZA, Eloísa de Souza. Disponível em: <https://novaescola.org.br/plano-de-aula/3493/objetos-que-desaparecem-no-horizonte>. Acesso em: 20 mar. 2019)


► Geografia como ciência (epistema):

→ Geografia hoje: é a ciência que estuda o espaço, o espaço geográfico, conforme Milton Santos (1926-2001), geógrafo brasileiro (ver fotografia, abaixo (Figura 3)), o espaço pode ser entendido como a Terra, onde o homem está vivendo e promovendo transformações, trocas e relações. A Lua, nosso satélite natural, por exemplo, não é considerada propriamente um espaço geográfico, porque o homem não está fixado lá. Mas, se um dia o homem lá se fixar e passar a promover transformações, relações e trocas, então, a Lua passará a ser espaço.

(Figura 3: Milton Santos (1926-2001): Fonte: Disponível em: <https://baurutv.com/2016/11/11/milton-santos-roda-viva-de-31031997/>. Acesso em 20 mar. 2019)

segunda-feira, 18 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 2 (2ª aula))

O professor retomou a última aula, lembrando da dinâmica feita, bem como relatando-a aos alunos que não haviam participado.

Feito isso, o professor passou no quadro magnético a seguinte pergunta: "por que você estuda?".

Dado o breve tempo necessários para que os estudantes respondessem, o professor solicitou que cada um dos estudantes lessem em voz alta a sua resposta.

À medida em que os alunos liam, o professor pontuava as colocações, no quadro magnético, usando a técnica da identificação listada, com reforço positivo.

Concluído isso, como em anos anteriores, o professor introduziu a crítica que Nietzsche (1844-1900) fazia aos estudantes e à educação de seu tempo; época em que, segundo o filósofo alemão, as "as pessoas estavam estudando para o Estado". De posse desta ideia, o professor propôs que os alunos atualizassem o pensamento para os dias de hoje. Ao que surgiu a substituição do termo Estado por Mercado.

Tomando esta noção, a de que, hoje em dia, "as pessoas estão estudando para o Mercado", o professor apresentou a solução de Nietzsche, que é a "das pessoas estudarem para si mesmas".

Uma construtiva conversa se seguiu, com o professor fazendo a devida integração.

quarta-feira, 13 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 1 (1ª aula))


Nesta primeira aula os alunos foram conduzidos à Sala de Multimeios, onde ouviram breve apresentação feita pela Coordenadora da EJA, professora Angélica Modrzejewski, que falou sobre as questões comportamentais, disciplinares e práticas relativas à escola.

Em seguida, no mesmo espaço, os estudantes foram conduzidos, pela mesma coordenadora acima citada e o conjunto de professores, Adriana Martins Dias (Coordenadora de Turno), Ana Lúcia Lomando (Totalidades Iniciais), Arilson Cardoso (Matemática), Luís Fábio Vianna (Educação Física),  Luiz Fernando Fraga Silva (História), Isabel Medeiros (Biblioteca) e o presente autor (Donarte Nunes dos Santos Júnior (Geografia)) em uma dinâmica que consistia em apresentar, sucintamente, quatro personalidade brasileiras, contudo sem revelá-las.

Com base na breve apresentação, em grupos, os estuantes deveriam escolher uma das personalidades e fazer um exercício de reescrever a trajetória da mesma. Ou seja, deveriam inventar, imaginar como se deu a continuidade da vida daquela pessoa, o que foi acontecendo com ela ao longo do caminho dela, quais escolhas ela tomou, e, sobretudo, como ela está hoje.

Após os grupos terem recebido o devido tempo para que os estudantes elaborassem as suas criações, sob a forma de textos, o professor solicitou que cada um dos grupos lessem o que haviam imaginado para a respectiva personalidades.

Em seguida, as personalidades foram reveladas e um diálogo se seguiu, acerca das possibilidades de vida de cada um, bem como de alguns dos elementos biográficos das pessoas em questão.

O professores esperavam que, ao final da dinâmica, os alunos tivessem refletido sobre possibilidades de vida e meios para se atingir objetivos e sonhos; projetos de vida, rompendo, por assim dizer, com o determinismo.

As personalidades escolhidas, foram:

- Joaquim Barbosa
- Daiane dos Santos
- Gisele Bündchen
- Alok

Cumpre dizer que as personalidades poderiam muito bem terem sido outras.

Em seguida, após o recreio e a janta, os estudantes, cada turma em sua respectiva sala de aula, a, individualmente, elaborar um texto, agora não contendo uma invenção relativa a uma personalidade fictícia ou mesmo real, mas sim, relativa a eles mesmos. Um exercício de pensar e projetar como será o seu próprio futuro, sua própria vida. A tarefa foi recolhida, será, por assim dizer, "tabulada", e, quem sabe, em outra dinâmica, retomada.

Para a próxima aula procurar-se-á refletir a respeito do estudo e do conhecimento. Como é esta relação?

Será retomado o caso das personalidades supracitadas, bem como, os exemplos imaginados pelos próprios estudantes.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Quadragésima primeira aula do 2º semestre:

Aula expositiva dialogada, sobre:

- a indústria no campo
- a agroindústrias
- os aanços tecnológicos na agricultura brasileira (aspectos críticos)
- os impactos ambientais

7ª AULA: DA SUPERFÍCIE AO NÚCLEO - UMA VIAGEM PELA TERRA EM MOVIMENTO

A aula de hoje, com a T4, foi estruturada como um momento de sistematização e aprofundamento dos conhecimentos sobre o planeta Terra - mas, ...